A empresa IDS Sinalização Ltda. de Curitiba venceu o processo licitatório realizado pela Prefeitura Municipal nesta segunda-feira e irá confeccionar as 170 placas que irão compor a sinalização turística de Ponta Grossa. A notícia chegou em bom momento para a cidade, que está participando do projeto Gestão & Planejamento de Destinos Turísticos do Ministério do Turismo e do Instituto Marca Brasil. “Se tivéssemos conseguido antes esta sinalização, nossa nota no Índice de Competitividade já aumentaria”, citou a secretária municipal de Cultura e Turismo, Elizabeth Shmidt, se referindo a pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas e pelo Sebrae.
De acordo com o edital do pregão, a empresa terá quinze dias após o recebimento da ordem de serviço para a execução do serviço. O investimento da Prefeitura será de R$ 206.061,00. “O valor máximo da proposta era de R$ 215 mil”, aponta Elizabeth. A instalação das novas placas será realizada logo após a entrega pela Autarquia Municipal de Transito e Transportes (AMTT).
Conforme a diretora de Turismo do município, Larissa Mongruel, além da sinalização dos atrativos de Ponta Grossa, as placas irão indicar também os serviços e localidades além de equipamentos de outros municípios dos Campos Gerais. “Mas 80% será destinada a sinalização turística daqui”, destaca.
A IDS irá confeccionar as placas de sinalização de acordo com o Guia Brasileiro de Sinalização Turística e Código de Trânsito Brasileiro – CTB, seguindo ainda o projeto de sinalização de orientação turística de Ponta Grossa e Campos Gerais.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
PG cria grupo gestor para projeto turístico
O município de Ponta Grossa acaba de implantar um Grupo Gestor para compor o projeto Gestão & Planejamento de Destinos Turísticos. A ação ocorreu durante o primeiro módulo de capacitação para que o município se torne um dos Destinos Indutores do Turismo no Brasil, intitulado ‘Competitividade do Destino: Posicionamento e Formação do Grupo Gestor’, que ocorre até esta terça-feira, dia 24. Participam representantes do poder público, entidades representativas do setor e iniciativa privada.
Para compor o Grupo Gestor foram escolhidas 12 entidades representantes. Estas apontaram um titular e um suplente para formatar todas as ações do projeto. A expectativa, conforme a consultora do Instituto Marca Brasil (IMB), Sabrina Dias, é que o projeto seja concluído até o final deste ano. “O projeto está sendo implementado em mais 50 cidades do Brasil que foram apontadas pelo Ministério do Turismo e Secretarias do Estado como prioritárias para a atividade turística”, explica, lembrando que hoje são 65 os destinos indutores do Brasil. Estes 50 novos destinos foram escolhidos entre as 3.635 localidades que formam as 276 regiões turísticas do Brasil.
No Paraná eram apenas três: Foz do Iguaçu, Curitiba e Paranaguá (Ilha do Mel). “A Secretaria de Estado escolheu Ponta Grossa para participar, pois os Campos Gerais já figurava entre as quatro regiões mais avançadas no Estado”, destacou a representante e coordenadora da Pasta na oficina, Caren Santos.
No prazo estabelecido pelo Ministério do Turismo e IMB, Ponta Grossa deve passar ainda por mais quatro módulos. Planejamento e Gestão, Empreendedorismo e Gestão de Projetos, Inteligência Competitiva e Formação de Indicadores e Liderança Articuladora no Planejamento Turístico. O Projeto contará, ainda, com um Sistema de Gestão voltado para a eficiência no controle e no monitoramento das ações. Este deve ser implantado entre o segundo e o terceiro módulo.
Todas as questões relativas ao projeto serão discutidas com base no Índice de Competitividade do Turismo Nacional. Em 2010, a Fundação Getúlio Vargas, em parceria com o Mtur e Sebrae, realizou pesquisaque avaliou 13 dimensões e 62 variáveis influenciadoras da qualidade turística nos 50 novos destinos indutores. “Ponta Grossa ficou com um índice bom diante do cenário brasileiro”, avalia Sabrina. O município teve um total geral de 60,1, enquanto a média do Brasil foi de 54,0. “O nível está bom, mas ainda não é o ideal”, complementa a coordenadora do Setu, explicando que este número significa que Ponta Grossa ainda está em um nível considerado regular (de 41 a 60 pontos). A média das capitais foi de 61,9, enquanto que das não capitais foi de 48,4.
O Projeto
Esta nova ação, inserida no Programa Nacional de Regionalização do Turismo, está sendoimplementada em 17 estados do Brasil, e vem ampliar a metodologia usada no projeto 65 Destinos Indutores, com o objetivo de continuar fortalecendo as governanças locais e fomentar o desenvolvimento das regiões turísticas brasileiras.
Conheça as entidades que fazem parte do Grupo Gestor:
- Secretaria Estadual de Turismo;
- Secretaria Municipal de Cultura e Turismo;
- Secretaria Municipal de Meio Ambiente;
- Universidade Estadual de Ponta Grossa;
- Sindicato de Hoteis, Bares, Restaurantes e Similares dos Campos Gerais;
- Convention&Visitors Bureau;
- Agência de Desenvolvimento da Rota dos Tropeiros e Associação dos Municípios dos Campos Gerais;
- Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa;
- Associação Brasileira de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Xetá Experiências ao ar livre);
- Sebrae;
- Empresas representantes do Turismo Rural (Adega Porto Brazos e KaffeLoch);
- Empresa representante das Agências de Turismo Receptivo (Rutas Turismo).
Para compor o Grupo Gestor foram escolhidas 12 entidades representantes. Estas apontaram um titular e um suplente para formatar todas as ações do projeto. A expectativa, conforme a consultora do Instituto Marca Brasil (IMB), Sabrina Dias, é que o projeto seja concluído até o final deste ano. “O projeto está sendo implementado em mais 50 cidades do Brasil que foram apontadas pelo Ministério do Turismo e Secretarias do Estado como prioritárias para a atividade turística”, explica, lembrando que hoje são 65 os destinos indutores do Brasil. Estes 50 novos destinos foram escolhidos entre as 3.635 localidades que formam as 276 regiões turísticas do Brasil.
No Paraná eram apenas três: Foz do Iguaçu, Curitiba e Paranaguá (Ilha do Mel). “A Secretaria de Estado escolheu Ponta Grossa para participar, pois os Campos Gerais já figurava entre as quatro regiões mais avançadas no Estado”, destacou a representante e coordenadora da Pasta na oficina, Caren Santos.
No prazo estabelecido pelo Ministério do Turismo e IMB, Ponta Grossa deve passar ainda por mais quatro módulos. Planejamento e Gestão, Empreendedorismo e Gestão de Projetos, Inteligência Competitiva e Formação de Indicadores e Liderança Articuladora no Planejamento Turístico. O Projeto contará, ainda, com um Sistema de Gestão voltado para a eficiência no controle e no monitoramento das ações. Este deve ser implantado entre o segundo e o terceiro módulo.
Todas as questões relativas ao projeto serão discutidas com base no Índice de Competitividade do Turismo Nacional. Em 2010, a Fundação Getúlio Vargas, em parceria com o Mtur e Sebrae, realizou pesquisaque avaliou 13 dimensões e 62 variáveis influenciadoras da qualidade turística nos 50 novos destinos indutores. “Ponta Grossa ficou com um índice bom diante do cenário brasileiro”, avalia Sabrina. O município teve um total geral de 60,1, enquanto a média do Brasil foi de 54,0. “O nível está bom, mas ainda não é o ideal”, complementa a coordenadora do Setu, explicando que este número significa que Ponta Grossa ainda está em um nível considerado regular (de 41 a 60 pontos). A média das capitais foi de 61,9, enquanto que das não capitais foi de 48,4.
O Projeto
Esta nova ação, inserida no Programa Nacional de Regionalização do Turismo, está sendoimplementada em 17 estados do Brasil, e vem ampliar a metodologia usada no projeto 65 Destinos Indutores, com o objetivo de continuar fortalecendo as governanças locais e fomentar o desenvolvimento das regiões turísticas brasileiras.
Conheça as entidades que fazem parte do Grupo Gestor:
- Secretaria Estadual de Turismo;
- Secretaria Municipal de Cultura e Turismo;
- Secretaria Municipal de Meio Ambiente;
- Universidade Estadual de Ponta Grossa;
- Sindicato de Hoteis, Bares, Restaurantes e Similares dos Campos Gerais;
- Convention&Visitors Bureau;
- Agência de Desenvolvimento da Rota dos Tropeiros e Associação dos Municípios dos Campos Gerais;
- Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa;
- Associação Brasileira de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Xetá Experiências ao ar livre);
- Sebrae;
- Empresas representantes do Turismo Rural (Adega Porto Brazos e KaffeLoch);
- Empresa representante das Agências de Turismo Receptivo (Rutas Turismo).
sábado, 21 de maio de 2011
Para secretário, Usina de Lixo não é melhor caminho
Se depender da avaliação do secretário do Estado do Meio Ambiente, JonelIurk, o Governo Municipal terá problemas quanto a aprovação do projeto de lei que prevê a construção da Usina para processamento de resíduos em Ponta Grossa. O projeto encontra-se parado nas Comissões da Câmara Municipal e os parlamentares pretendem conversar com o secretário nesta segunda-feira, dia 23, antes de colocar a proposta em votação no Plenário.
Em sua última visita ao município, dia 12 de maio, Iurk expressou sua opinião ‘inicial’ quanto ao assunto, que foi apresentado durante reunião na Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa (Acipg) por um engenheiro da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. “Na minha avaliação a incineração não é o melhor caminho”, disse o secretário de Estado. Para ele, esta maneira de a Prefeitura enfrentar o problema do lixo só traz conforto para a população. “O problema é de usos e costumes. Com uma Usina, os moradores não são incentivados ao processo da reciclagem”, avalia, lembrando que este seria o caminho correto de destinação do lixo.
O chefe da Pasta de Meio Ambiente não deixou de comentar que as Usinas funcionam em alguns países da Europa, como demonstrado pelo secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Fernando de Paula, que utilizou estes exemplos para implementar o projeto no município. “Na Europa a população tem outro nível de consciência. São realidades completamente diferentes”, destacou.
Iurk destacou ainda que a Usina iria incentivar a produção de petróleo e seus derivados, e, consequentemente, permanecendo a emissão de gás carbônico, o que seria o caminhocontrário de preservação.
Em sua última visita ao município, dia 12 de maio, Iurk expressou sua opinião ‘inicial’ quanto ao assunto, que foi apresentado durante reunião na Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa (Acipg) por um engenheiro da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. “Na minha avaliação a incineração não é o melhor caminho”, disse o secretário de Estado. Para ele, esta maneira de a Prefeitura enfrentar o problema do lixo só traz conforto para a população. “O problema é de usos e costumes. Com uma Usina, os moradores não são incentivados ao processo da reciclagem”, avalia, lembrando que este seria o caminho correto de destinação do lixo.
O chefe da Pasta de Meio Ambiente não deixou de comentar que as Usinas funcionam em alguns países da Europa, como demonstrado pelo secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Fernando de Paula, que utilizou estes exemplos para implementar o projeto no município. “Na Europa a população tem outro nível de consciência. São realidades completamente diferentes”, destacou.
Iurk destacou ainda que a Usina iria incentivar a produção de petróleo e seus derivados, e, consequentemente, permanecendo a emissão de gás carbônico, o que seria o caminhocontrário de preservação.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Plano pretende incentivar turismo na região
Com o Projeto de Uso Público em Unidades de Conservação, turistas devem estender estadia nos municípios dos Campos Gerais
Fazer com que os turistas prolonguem sua visita ao Parque Estadual de Vila Velha, e assim impulsionar a atividade sócio-econômica em Ponta Grossa e nos demais municípios dos Campos Gerais. É com este objetivo que a EcoParaná irá assumir nos próximos meses a gestão de Uso Público da Unidade de Conservação. O projeto, que o Governo do Estado do Paraná pretende implantar em vários atrativos nos próximos anos, tem como modelo o Parque Nacional do Iguaçu. Desta maneira, a conservação do Meio Ambiente continua sob a responsabilidade do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).
Para tornar o projeto realidade, os secretários do Estado do Meio Ambiente, JonelIurk*, e do Turismo, Faisal Saleh estão unindo forças. O primeiro foi um dos responsáveis pelo mesmo processo em Foz do Iguaçu. “Há dez anos, o município estava vivendo situação parecida. Foi quando apresentamos o Plano de Revitalização do Parque, mostrando os serviços passíveis de serem implantados no local pela iniciativa privada”, recorda Iurk, que na época era superintendente do Ibama. Conforme o secretário, antes do Plano, da mesma maneira que em Vila Velha, os turistas somente contemplavam as Cataratas e não aproveitavam da infra-estrutura de Foz. “Eles saíam de suas cidades pela manhã e retornavam no período da tarde”, destaca. Após a privatização do uso público, que foi assumido pela empresa Cataratas S/A, o fluxo de turistas aumentou consideravelmente, não somente no Parque, mas no município. “Em 2000 contabilizávamos 600 mil visitantes por ano. Hoje recebemos 1,3 milhão”, enumera.
De acordo com o secretário JonelIurk, com o processo pode-se elevar o número de visitas também em Vila Velha, que atualmente é de cerca de 70 mil ao ano, para pelo menos 200 mil. “O parque é uma Unidade de Conservação que oferece possibilidade de visitação, mas exige a manutenção da biodiversidade”, afirma Iurk. O secretário informou que um estudo para implantar novos equipamentos no local está sendo realizado e deve ficar pronto em até 90 dias
Na avaliação e Iurk, o que é preciso no Parque Estadual de Vila Velha é a criatividade dos empresários que irão assumir os serviços possíveis de serem implantados, de acordo com o Plano de Manejo, como algumas modalidades de Esportes de Aventura. As empresas interessadas irão passar por um processo licitatório.
Mas para que o Parque atraia interesse da iniciativa privada, o Governo pretende fazer alguns investimentos. “Iremos destinar parte da alíquota de compensação dos licenciamentos aos Parques Estaduais”, antecipa Iurk. Além disso, o Sebrae irá elaborar um estudo dos empreendedores do entorno dos Parques Estaduais. “Queremos promover a capacitação e novos negócios para o turismo”, destaca o secretário, Faisal Saleh.
Os secretários do Estado fizeram a explanação à sociedade através da iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa e do Conselho de Entidades. A reunião ocorreu na última quinta-feira, dia 12.
Escola Parque
Outra ação do Governo do Estado para incentivar a atividade turística e a conservação em ambientes naturais, é o Projeto Escola Parque. Conforme o secretário do Meio Ambiente, no próximo mês, os alunos das Escolas Municipais e Estaduais começam as visitar os Parques próximos de suas cidades. O projeto foi apresentado na última semana ao prefeito municipal, Pedro Wosgrau Filho. “Queremos promover aproximação das crianças com estes locais. Desta maneira eles se tornarão disseminadores do turismo e da conservação dos Parques”, explica.
*JonelIurk é autor do estudo “Oportunidade de Negócios em Parques Nacionais”. Ele pode ser encontrado no site do Ibama
Fazer com que os turistas prolonguem sua visita ao Parque Estadual de Vila Velha, e assim impulsionar a atividade sócio-econômica em Ponta Grossa e nos demais municípios dos Campos Gerais. É com este objetivo que a EcoParaná irá assumir nos próximos meses a gestão de Uso Público da Unidade de Conservação. O projeto, que o Governo do Estado do Paraná pretende implantar em vários atrativos nos próximos anos, tem como modelo o Parque Nacional do Iguaçu. Desta maneira, a conservação do Meio Ambiente continua sob a responsabilidade do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).
Para tornar o projeto realidade, os secretários do Estado do Meio Ambiente, JonelIurk*, e do Turismo, Faisal Saleh estão unindo forças. O primeiro foi um dos responsáveis pelo mesmo processo em Foz do Iguaçu. “Há dez anos, o município estava vivendo situação parecida. Foi quando apresentamos o Plano de Revitalização do Parque, mostrando os serviços passíveis de serem implantados no local pela iniciativa privada”, recorda Iurk, que na época era superintendente do Ibama. Conforme o secretário, antes do Plano, da mesma maneira que em Vila Velha, os turistas somente contemplavam as Cataratas e não aproveitavam da infra-estrutura de Foz. “Eles saíam de suas cidades pela manhã e retornavam no período da tarde”, destaca. Após a privatização do uso público, que foi assumido pela empresa Cataratas S/A, o fluxo de turistas aumentou consideravelmente, não somente no Parque, mas no município. “Em 2000 contabilizávamos 600 mil visitantes por ano. Hoje recebemos 1,3 milhão”, enumera.
De acordo com o secretário JonelIurk, com o processo pode-se elevar o número de visitas também em Vila Velha, que atualmente é de cerca de 70 mil ao ano, para pelo menos 200 mil. “O parque é uma Unidade de Conservação que oferece possibilidade de visitação, mas exige a manutenção da biodiversidade”, afirma Iurk. O secretário informou que um estudo para implantar novos equipamentos no local está sendo realizado e deve ficar pronto em até 90 dias
Na avaliação e Iurk, o que é preciso no Parque Estadual de Vila Velha é a criatividade dos empresários que irão assumir os serviços possíveis de serem implantados, de acordo com o Plano de Manejo, como algumas modalidades de Esportes de Aventura. As empresas interessadas irão passar por um processo licitatório.
Mas para que o Parque atraia interesse da iniciativa privada, o Governo pretende fazer alguns investimentos. “Iremos destinar parte da alíquota de compensação dos licenciamentos aos Parques Estaduais”, antecipa Iurk. Além disso, o Sebrae irá elaborar um estudo dos empreendedores do entorno dos Parques Estaduais. “Queremos promover a capacitação e novos negócios para o turismo”, destaca o secretário, Faisal Saleh.
Os secretários do Estado fizeram a explanação à sociedade através da iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa e do Conselho de Entidades. A reunião ocorreu na última quinta-feira, dia 12.
Escola Parque
Outra ação do Governo do Estado para incentivar a atividade turística e a conservação em ambientes naturais, é o Projeto Escola Parque. Conforme o secretário do Meio Ambiente, no próximo mês, os alunos das Escolas Municipais e Estaduais começam as visitar os Parques próximos de suas cidades. O projeto foi apresentado na última semana ao prefeito municipal, Pedro Wosgrau Filho. “Queremos promover aproximação das crianças com estes locais. Desta maneira eles se tornarão disseminadores do turismo e da conservação dos Parques”, explica.
*JonelIurk é autor do estudo “Oportunidade de Negócios em Parques Nacionais”. Ele pode ser encontrado no site do Ibama
Após inclusão de PG em lista oficial, Fifa inicia visitas
A primeira visita oficial de representantes do Comitê Organizador Local (COL/FIFA) da Copa de 2014 aos centros de treinamento paranaenses indicados para receber seleções durante o mundial aconteceu na última semana, em São José dos Pinhais. O técnico João Caetano, da Arena Consultoria, esteve no Paraná Golf e no Estádio do Pinhão fazendo avaliações e medições visando compor o relatório que será encaminhado para a Fifa.
Nos próximos quinze dias o Comitê Organizador deverá realizar as próximas visitas aos demais Centros indicados pelo Governo do Paraná e Prefeitura de Curitiba. “Com a inclusão de mais dois equipamentos em Ponta Grossa, o Paraná ficou em segundo lugar na lista de CT’s avaliados pelo COL/FIFA, atrás de São Paulo e na frente das demais dez sedes. Isto demonstra que o trabalho que vem sendo realizado pela parceria entre Estado e Prefeitura vem apresentando bons resultados”, secretário de Estado para Assuntos da Copa 2014, Mario Celso Cunha.
Além do secretário Mario Celso, acompanharam o representante do COL as engenheiras do IPPUC Suzana Costa e Zelinda do Rosário, o secretário municipal de Esportes de São José dos Pinhais, Cláudio Padilha, e o diretor do Paraná Golf, Bruno Edgar Putz.
Nos próximos quinze dias o Comitê Organizador deverá realizar as próximas visitas aos demais Centros indicados pelo Governo do Paraná e Prefeitura de Curitiba. “Com a inclusão de mais dois equipamentos em Ponta Grossa, o Paraná ficou em segundo lugar na lista de CT’s avaliados pelo COL/FIFA, atrás de São Paulo e na frente das demais dez sedes. Isto demonstra que o trabalho que vem sendo realizado pela parceria entre Estado e Prefeitura vem apresentando bons resultados”, secretário de Estado para Assuntos da Copa 2014, Mario Celso Cunha.
Além do secretário Mario Celso, acompanharam o representante do COL as engenheiras do IPPUC Suzana Costa e Zelinda do Rosário, o secretário municipal de Esportes de São José dos Pinhais, Cláudio Padilha, e o diretor do Paraná Golf, Bruno Edgar Putz.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Ponta Grossa fica fora da pré-seleção da Fifa
A Agência Estadual de Notícias divulgou hoje as doze cidades do interior do Paraná que têm potencial para receber delegações estrangeiras durante a fase preparatória para a Copa do Mundo do Brasil. Os locais foram pré-selecionados pela Fifa com base nas visitas técnicas realizadas por uma comissão liderada pelo secretário estadual para Assuntos da Copa de 2014, Mario Celso Cunha, e composta por uma equipe do Instituto de Planejamento e Pesquisa Urbana de Curitiba (IPPUC) e de representantes da Secretaria de Estado do Turismo.
O município de Ponta Grossa, que também foi analisado, ficou de fora. Entre as cidades paranaenses estão: Cascavel (Estádio Olímpico), Foz do Iguaçu (Estádio do ABC e Parque Tecnológico de Itaipu), Londrina (Estádio do Café, CT SMSports e CT PSTC), Maringá (Estádio Willie Davis), Paranavaí (Estádio Waldemiro Wagner), Paranaguá (Estádio Gigante do Itiberê), São José dos Pinhais (Paraná Golf e Estádio do Pinhão) e Curitiba(Clube Bosch).
Todas as cidades foram escolhidas em função da infraestrutura urbana, rede hoteleira e, principalmente, em virtude dos Centros de Treinamentos (CT) disponíveis. “Os CTs servirão de base para as seleções que forem classificadas para a Copa”, informa o secretário Mario Celso, lembrando que o objetivo da Fifa é indicar 90 Centros de Treinamentos de todo o Brasil para os países classificados para o mundial.
A lista divulgada pelo Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014, braço da FIFA no Brasil, inclui 145 locais. São Paulo tem o maior número de indicações, com 64 opções, seguido do Paraná e Rio Grande do Sul, com 12 indicações.
Na avaliação de Mario Celso, é importante a indicação dos municípios paranaenses no relatório oficial do Comitê Organizador da Copa.”A simples citação das cidades indicadas passa a dar visibilidade ao Estado, mostrando que estamos preparados para receber delegações internacionais com acomodações de qualidade”, avaliou.
O município de Ponta Grossa, que também foi analisado, ficou de fora. Entre as cidades paranaenses estão: Cascavel (Estádio Olímpico), Foz do Iguaçu (Estádio do ABC e Parque Tecnológico de Itaipu), Londrina (Estádio do Café, CT SMSports e CT PSTC), Maringá (Estádio Willie Davis), Paranavaí (Estádio Waldemiro Wagner), Paranaguá (Estádio Gigante do Itiberê), São José dos Pinhais (Paraná Golf e Estádio do Pinhão) e Curitiba(Clube Bosch).
Todas as cidades foram escolhidas em função da infraestrutura urbana, rede hoteleira e, principalmente, em virtude dos Centros de Treinamentos (CT) disponíveis. “Os CTs servirão de base para as seleções que forem classificadas para a Copa”, informa o secretário Mario Celso, lembrando que o objetivo da Fifa é indicar 90 Centros de Treinamentos de todo o Brasil para os países classificados para o mundial.
A lista divulgada pelo Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014, braço da FIFA no Brasil, inclui 145 locais. São Paulo tem o maior número de indicações, com 64 opções, seguido do Paraná e Rio Grande do Sul, com 12 indicações.
Na avaliação de Mario Celso, é importante a indicação dos municípios paranaenses no relatório oficial do Comitê Organizador da Copa.”A simples citação das cidades indicadas passa a dar visibilidade ao Estado, mostrando que estamos preparados para receber delegações internacionais com acomodações de qualidade”, avaliou.
Que tal um Cruzeiro de Expedição?

Difícil quem costuma viajar e ainda não tenha experimentado um Cruzeiro. O passeio está mais que na moda no Brasil, e as opções são as mais diversas possíveis. A temporada de Cruzeiros no país retoma no mês de novembro e muitos turistas já estão com suas reservas prontinhas. Só na expectativa do passeio. Mas que tal inovar em se tratando de Cruzeiros? Com a ‘Cruceros Australis’, que tem 20 anos de experiência, é possível fazer uma viagem marítima “um pouquinho” diferente. São os Cruzeiros de Expedição. “Diferente dos Cruzeiros ‘normais’, os de Expedição tem o foco fora do barco. Prezamos mais o contato com a natureza”, diferencia o diretor de vendas da Australis, Rodrigo Mendes.
Os navios partem de Punta Arenas (4 noites) e de Ushuaia (3 noites) na Argentina e tem como meta mostrar aos visitantes “in loco” as maravilhas da Patagônia Argentina e Chilena, com destaque ao Parque Nacional Torres Del Paine, no Chile, e o Glaciar Perito Moreno, na cidade argentina de El Calafate. “E apesar de desembarcarmos em lugares remotos, a viagem é para todas as idades”, garante Mendes, lembrando que crianças até quatro anos não pagam e de quatro a 12 anos pagam 50% do valor integral.
Outro ponto esperado dos Cruzeiros de Expedição é a chegada à Ilha Horn. “Não garantimos que conseguimos chegar. Mas temos sucesso em 70% dos passeios”, confessa o diretor de vendas. Para todas estas paradas, os navios utilizam até seis barcos infláveis.
Apesar do foco dos Cruzeiros estar na natureza, os navios não deixam a desejar. “Todas as nossas cabines são externas. E como o número de passageiros é mínimo – para não agredir o meio ambiente – nosso serviço é bem mais personalizado”, adianta Mendes.
A temporada da Cruceros Australis vai de dezembro a abril. São quatro saídas semanais. Todas One Way. O maior barco da frota da Cruceros Australis ‘Stella Autralis’ foi lançado em dezembro de 2010. Ele tem capacidade para 200 passageiros.
Para mais informações sobre os destinos e pacotes mande um email para atendimento@rutasturismo.com.br.
Os navios partem de Punta Arenas (4 noites) e de Ushuaia (3 noites) na Argentina e tem como meta mostrar aos visitantes “in loco” as maravilhas da Patagônia Argentina e Chilena, com destaque ao Parque Nacional Torres Del Paine, no Chile, e o Glaciar Perito Moreno, na cidade argentina de El Calafate. “E apesar de desembarcarmos em lugares remotos, a viagem é para todas as idades”, garante Mendes, lembrando que crianças até quatro anos não pagam e de quatro a 12 anos pagam 50% do valor integral.
Outro ponto esperado dos Cruzeiros de Expedição é a chegada à Ilha Horn. “Não garantimos que conseguimos chegar. Mas temos sucesso em 70% dos passeios”, confessa o diretor de vendas. Para todas estas paradas, os navios utilizam até seis barcos infláveis.
Apesar do foco dos Cruzeiros estar na natureza, os navios não deixam a desejar. “Todas as nossas cabines são externas. E como o número de passageiros é mínimo – para não agredir o meio ambiente – nosso serviço é bem mais personalizado”, adianta Mendes.
A temporada da Cruceros Australis vai de dezembro a abril. São quatro saídas semanais. Todas One Way. O maior barco da frota da Cruceros Australis ‘Stella Autralis’ foi lançado em dezembro de 2010. Ele tem capacidade para 200 passageiros.
Para mais informações sobre os destinos e pacotes mande um email para atendimento@rutasturismo.com.br.
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