quarta-feira, 31 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
ICMBio terá representante no Grupo Gestor
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) terá representante no Grupo Gestor do Projeto 'Gestão & Planejamento de Destinos Turísticos' em Ponta Grossa. O convite foi feito à analista ambiental do órgão, Lilian Miranda, que participou da reunião realizada nesta tarde para explanar sobre a situação do Parque Nacional dos Campos Gerais.
Ainda durante o encontro, o Grupo discutiu as ações propostas no segundo móduto do projeto do Instituto Marca Brasil e do Ministério do Turismo e que devem estar prontas para o terceiro módulo do projeto, marcado para o dia 24 de outubro.
Através do Índice de Competitividade do município, feito pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com o Ministério do Turismo (Mtur) e pelo Sebrae, foram elencadas as prioridades para que Ponta Grossa receba o título de Destino Indutor do Turismo. Agora serão levantados projetos já existentes em diversas áreas que envolvem a atividade turística, e propostas ações para alavancar os índices apontados com notas deficientes.
Parque Nacional dos Campos Gerais: ICMBio quer parceria para implementação
A idéia, segundo Lilian, nas áreas do Parque com interesse turístico (Buraco do Padre, Cachoeira do Rio São Jorge, Cachoeira da Mariquinha, Furnas Gêmeas, Furna Grande, além de parte do Capão da Onça) é propor aos proprietários adequação de suas áreas conforme a legislação ambiental e de acordo com o Manual de Visitação do ICMBio. Para isso, o Instituto faria um projeto, e os proprietários utilizariam recursos próprios para as adequações necessárias. "Com isto, eles poderiam contar com retorno econômico utilizando de maneira sustentável sua área para o turismo", explica.
Mas este investimento não significa que futuramente o Governo Federal não vá desapropriar as áreas do Parque Nacional dos Campos Gerais. "Este retorno financeiro e o tempo necessário para isso já estaria dentro do projeto apresentado. É muito mais interessante para o ICMBio desapropriar primeiro àquelas áreas que estão sendo degradados do que as que estão sendo cuidadas por seus proprietários", analisa, destacando que os parceiros do Instituto seriam os últimos a serem desapropriados.
Hoje, o processo de implantação do Parque Nacional dos Campos Gerais está na fase do georreferenciamento do memorial descritivo das propriedades. "Até agora fizemos o levantamento das matrículas nos cartórios", aponta Lilian, lembrando que o próximo passo é realizar o mapeamento para ver quais propriedades, e o quanto delas que está efetivamente dentro do Parque Nacional dos Campos Gerais. Após todo este processo é que vem a chamada desapropriação administrativa, que seria o contato com os proprietários para ver quais deles estão dispostos a realizar o processo de forma amigável, sem ter que ser levado à Justiça.
Conforme a analista ambiental, uma alternativa que vem sendo estudada para contornar o problema das desapropriações é a compensação de reserva legal. " Neste caso, os proprietários com áreas dentro do parque e que não contam com vegetação nativa em seu imóvel podem compensar com outro imóvel, este com vegetação nativa ", esclarece.
Situação
Hoje, os proprietários de áreas que estão dentro do Parque Nacional dos Campos Gerais podem continuar com as mesmas atividades realizadas anteriormente ao decreto, desde que não prejudiquem o meio ambiente. Os agricultores, por exemplo, podem permanecer suas atividades, mas não realizar novas culturas ou abrir novas áreas.
Esta seria a 'condição' do ICMBio até que ocorram as desapropriações ou as compensações. Mas, na realidade não é isto que se vê. Mesmo com a criação do Parque, há algumas áreas - dos 21 mil hectares - que estão sendo degradadas. "Estamos realizando o monitoramento, tanto através de satélites como com visitas in loco, e já fizemos várias autuações, devido a corte ilegal, por exemplo", citou a analista ambiental.
Já nas propriedades com interesse turístico, o problema é outro. "Há locais onde os dejetos são jogados diretamente nos rios", destaca, lembrando que esta é uma das questões que precisa ser sanada. Nestes casos, os proprietários já estão sendo notificados para que haja a recuperação da área.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Instituto Marca Brasil realiza em PG mais uma etapa de projeto
Ponta Grossa recebe novamente nesta segunda e terça-feira, dias 1º e 2 de agosto, representante do Instituto Marca Brasil (IMB). Desta vez será realizado o segundo módulo do projeto "Planejamento e Gestão de Destinos Turísticos realizado em parceria com o Ministerio do Turismo (Mtur). Este encontro irá tratar a 'Competitividade do destino: Planejamento e Gestão'. Neste módulo, o Grupo Gestor, formado no mês de maio durante a primeira reunião do projeto no município, irá realizar a análise da situação atual do destino, para posterior aplicação de ferramentas gerenciais.
Para se preparar para esta segunda etapa, o Grupo Gestor realizou reuniões nas quais foram analisadas todas as dimensões do Índice de Competitividade de Ponta Grossa realizado pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com o Sebrae e o Mtur em 2010.
Para que Ponta Grossa receba formalmente o título de "Destino Indutor do Turismo", o Grupo Gestor deve passar por mais três módulos. Este trabalho do IMB, que tem como exemplo os 65 Destinos Indutores do Brasil, está sendo realizado em 50 municípios do Brasil.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
'Geoparque dos Campos Gerais' é apresentado ao GG
Geoparques no Mundoquarta-feira, 6 de julho de 2011
Projetos de turismo serão apresentados ao GG
No último encontro, o Grupo discutiu e avaliou todos os quesitos do Estudo de Competitividade dos Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional elaborado pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com o Mtur e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). E para melhorar os índices do Estudo novas propostas já foram pensadas. Além das novidades que estão sendo avaliadas pelos integrantes do Grupo Gestor, os projetos já em funcionamento, mas que estão sendo realizados unicamente por uma entidade irão ganhar força com a ajuda do Grupo. Por isso entidades, como a Universidade Estadual de Ponta Grossa, o Convention & Visitors Bureau, a Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa, a Associação dos Municípios dos Campos Gerais, a Agência de Fomento da Rota dos Tropeiros, além das secretariais estadual e municipal, devem mostrar o que já vem sendo feito para alavancar o turismo no município.
Entre os projetos que serão apresentados está o de Acessibilidade, da ACIPG realizado em parceria com a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Ponta Grossa. As duas entidades estão indo em busca dos empresários interessados em adequar seus estabelecimentos e apresentando a linha de crédito que o BRDE abriu para isto.
Outro destaque será o projeto contra o turismo sexual, que deve ser abordado pela AMCG.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Richa anuncia benefícios para PG
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Perfil Cultural de PG será retratado em obra
quarta-feira, 22 de junho de 2011
1º Festival Gastronômico de PG tem início neste sábado

Além de movimentar os empreendimentos participantes, a Prefeitura pretende com o Festival incentivar a cultura gastronômica na cidade. “E também promover Ponta Grossa como um destino turístico de qualidade”, completa a secretária de Cultura e Turismo.
Até o dia 25 de julho, as pessoas que adquirirem cupons, podem ganhar de 5 a 20% de desconto ou cortesias nos estabelecimentos participantes. Para que os visitantes possam ser beneficiados com a ação, os tickets serão disponibilizados nos hotéis da cidade. “E os moradores podem vir buscar na Mansão Vila Hilda”, antecipa Larissa, lembrando que a idéia é fazer com que os próprios moradores de Ponta Grossa tenham acesso aos estabelecimentos para poder indicar aos visitantes.
A intenção da Prefeitura Municipal é colocar o Festival Gastronômico no calendário de eventos da cidade, promovendo a ação anualmente. “E sempre nos meses de inverno”, antecipa a diretora de Turismo, lembrando que o Festival Gastronômico ocorre este ano no mesmo período que o Festival de Inverno e o Festival de Música.
Dos 16 estabelecimentos participantes, três estão promovendo o Prato Típico do município, o Alcatra no Espeto. As Churrascarias Expedicionário do Cogo, Zancanaro e o Empório Avenida. Nos cupons distribuídos pela Prefeitura estes estabelecimentos podem ser identificados através do Selo criado pelo Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares em dezembro de 2009.
Todos os empreendimentos participantes fazem parte do Inventário Turístico, disponibilizado no site do Ministério do Turismo. São eles:
Boteco da Visconde
Botequim Original
Choperia Baviera
Choperia Tito
Churrascaria Expedicionário do Cogo
Churrascaria Lugano
Churrascaria Zancanaro
Emporio Avenida
Hanthay Sushi Club
La Gôndola
Mediterrâneo Bistrô
Pastelaria Princesa
Planalto Hotel & Eventos
Premium Vila Velha Hotel Slaviero E.xecutive
Villa Família Mikulis
Adega Porto Brazos lança novo produto
O novo produto foi colocado para degustação durante o coquetel de lançamento do 1º Festival Gastronômico de Ponta Grossa na noite de ontem na Mansão Vila Hilda, e já fez sucesso.
A Adega Porto Brazos fica localizada na região de Itaiacoca e está rodeada de atrativos turísticos, como, Buraco do Padre, Cachoeira da Mariquinha, Dolinas Gêmeas e Capão da Onça.
As amoras, base dos produtos, são produzidas naturalmente, com o mínimo de utilização de agrotóxicos . Além disso, elas são colhidas manualmente e selecionadas uma a uma para a produção de aguardentes, licoroso e fermentados de amora (vinhos).
As frutas contem substâncias que tem benefícios à saúde humana atuando na prevenção e no combate de doenças, como o câncer e doenças cardiovasculares. Além disso, ela ainda proporciona uma alta atividade antioxidante.
terça-feira, 14 de junho de 2011
1º Festival Gastronômico de Ponta Grossa
Irão participar da ação bares e restaurantes, que irão proporcionar descontos aos clientes - mediante apresentação de um cupom, durante o período do Festival. Os detalhes da ação serão conhecidos durante seu lançamento.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Parceria pelo turismo discute estratégias
Fonte: Prefeitura Municipal de Ponta Grossa
O Grupo Gestor de Ponta Grossa, fruto de uma parceria entre poder público e iniciativa privada para administrar as questões do desenvolvimento do turismo na cidade, teve sua primeira reunião nesta segunda-feira (13).
Durante a reunião foram discutidas a definição do calendário de atividades do Grupo Gestor, as estratégias para desenvolvimento do turismo na região, a divulgação dos índices de competitividade alcançados por Ponta Grossa no Estudo de Competitividade dos Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, elaborado pelo Ministério do Turismo em 2010, e a análise detalhada dos 13 itens avaliados pelo Governo Federal. Além disso, o Grupo assume o processo de capacitação para se tornar um Município Indutor de Turismo a partir do 2º módulo, programado para acontecer nos dias 1º e 2 de agosto. Até o final do ano, devem ser concluídos os cinco módulos programados e Ponta Grossa será classificada, oficialmente, como o quarto Indutor de Turismo do Paraná, ao lado de Curitiba, Foz do Iguaçu e Paranaguá (Ilha do Mel). “Ponta Grossa já é um município indutor do turismo e o reconhecimento formal dessa condição já está em andamento”, afirma a secretária municipal de Cultura e Turismo, Elizabeth Schmidt. Segundo a secretária, é “notável” o desempenho da cidade na capacitação elaborada pelo Ministério Turismo, através do Instituto Marca Brasil, para as 50 novas cidades consideradas destinos indutores no país.
Capacitação
A formação do Grupo Gestor faz parte do processo de capacitação de Ponta Grossa para se classificar como Município Indutor de Turismo, previsto no projeto “Gestão & Planejamento de Destinos Turísticos – ampliar conhecimentos e fomentar competitividade” do Governo Federal. Apenas os municípios que alcançaram altos índices no Estudo de Competitividade dos Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional participam. O Estudo avaliou os 65 municípios indutores de turismo do Brasil e mais 50 municípios que estão em fase de classificação em 13 dimensões. Ponta Grossa ficou acima da média das capitais em seis deles, se destacando no ranking nacional. “Estamos de fato numa condição de extrema visibilidade e com uma cotação excelente diante do Ministério do Turismo. Já mostramos nosso potencial turístico e estamos em fase adiantada da capacitação indo para o segundo módulo de cinco estabelecidos pelo Ministério”, destaca Elizabeth.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Grupo Gestor volta a se reunir nesta segunda
Neste encontro, o Grupo, formado por integrantes da iniciativa pública e privada, começa a realizar análise do Estudo de Competitividade realizado nos Destinos Indutores do Brasil pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com o Mtur e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Em Ponta Grossa este estudo foi realizado no início de 2010 através de pesquisas com empresários do setor e integrantes do poder público ligados a área, além de visitas in loco.
O Estudo que analisou 13 dimensões e 62 variáveis colocou Ponta Grossa acima da média do Brasil. O município teve um total geral de 60,1, enquanto a média do Brasil foi de 54,0. Mas apesar do bom resultado, ainda não é o ideal em se tratando de um Destino Indutor do Turismo, já que o nível é considerado regular (de 41 a 60 pontos).
São as 13 dimensões e 62 variáveis que serão colocadas na pauta do encontro desta segunda-feira. Todos os resultados de Ponta Grossa foram conhecidos pelo Grupo durante a realização do primeiro módulo de capacitação ‘Competitividade do Destino: Posicionamento e Formação do Grupo Gestor’ realizado nos dias 23 e 24 de maio na Universidade Estadual de Ponta Grossa e que contou com a presença da consultora do IMB, Sabrina Dias.
O próximo módulo a ser realizado pelo destino será o de Planejamento e Gestão. Este já está agendado para ocorrer nos dias 1º e 2 de agosto na sede da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa. No total são cinco os módulos para a implantação de um Sistema de Gestão de Destinos Turísticos (SG). Os demais são Empreendedorismo e Gestão de Projetos, Inteligência Competitiva e Formação de Indicadores e Liderança Articuladora no Planejamento Turístico.
Resultados
Entre as dimensões avaliadas pela FGV a que rendeu melhor resultado ao município foram os “Aspectos Ambientais”. Nesta dimensão o índice alcançado foi de 76,7, maior tanto em relação a média Brasil, 61,8, quanto a média do grupo de capitais avaliadas, 67,0. Para chegar a este número foram analisadas a estrutura e legislação municipal de meio ambiente, as atividades em curso potencialmente poluidoras, a rede pública de distribuição de água e de coleta e tratamento de esgoto, a coleta e destinação pública de resíduos e as unidades de conservação no território municipal.
Conforme a justificativa apontada no Estudo, “a nota foi composta, entre outros quesitos, pela existência de uma secretaria municipal com atribuição de coordenar ou incentivar a preservação do meio ambiente – ainda que não exclusiva do meio ambiente”. A presença de Unidades de Conservação com atividade turística monitorada ajudou a elevar o índice.
Ainda conforme o Estudo, como pontos negativos são apontados, “a não existência de um Código Ambiental Municipal e de uma estação de tratamento de água para reutilização, a não realização de campanhas periódicas de educação sobre destinação do lixo e uso racional da água”. Vale ressaltar que o Código Ambiental Municipal, anunciado em setembro de 2010 pela Prefeitura, deve ser votado pela Câmara nos próximos meses.
Já a dimensão que rendeu o pior resultado a Ponta Grossa foi a que avaliou os “Aspectos Culturais”. O índice ficou em 40,9. A média Brasil neste quesito foi de 54,6 e das capitais estudadas, 63. Nesta dimensão foram avaliados a produção cultural associada ao turismo, o patrimônio histórico e cultural além da estrutura municipal para apoio à cultura.
Conforme o Estudo, “projetaram a nota para baixo a inexistência de tradições culturais evidentes e de atividade artesanal típica. Além disso, não há patrimônio imaterial registrado, patrimônio artístico tombado, sítio arqueológico tombado ou registrado e o destino não possui projeto de implementação de turismo cultural”.
Resultados de Ponta Grossa nas 13 dimensões
1. Infra-estrutura Geral: 58,4
2. Acesso: 68,6
3. Serviços e Equipamentos Turísticos: 55,6
4. Atrativos Turísticos: 71,4
5. Marketing e Promoção do Destino: 46,0
6. Políticas Públicas: 51,4
7. Cooperação Regional: 60,8
8. Monitoramento: 45,7
9. Economia Local: 70,6
10. Capacidade Empresarial: 67,6
11. Aspectos Sociais: 60.3
12. Aspectos Ambientais: 76,7
13. Aspectos Culturais: 40,9
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Livro apresenta geoturismo na região do Aquífero Karst

A Mineropar lançou o livro “Geoturismo no Karst – Almirante Tamandaré, Campo Magro, Colombo”, de autoria do geólogo Gil F. Pierkarz. Trata-se da segunda publicação da série Roteiros Turísticos do Paraná. O primeiro livro lançado foi “Geoturismo em Curitiba”, de autoria de Pierkarz e dos geólogos Eduardo Salamuni e Antonio Liccardo.
Piekarz aproveitou os circuitos rurais dos três municípios da Região Metropolitana de Curitiba, que abrangem a região do Aquífero Karst, onde há cavernas e outros atrativos turísticos geológicos. O livro mostra 22 pontos geoturísticos, como as planícies kársticas existentes nos três municípios, afloramentos de rochas, a Trilha do Ouro de Campo Magro, o Parque Anibal Khoury, em Almirante Tamandaré, e o Parque da Uva e a caverna Bacaetava, em Colombo.
A publicação aborda também o problema das ocupações no Karst. A região do aquífero, além das belezas naturais, tem sérios problemas de ocupação devido aos riscos geológicos que apresenta.
“Além da função de agregar valor aos circuitos turísticos já existentes nos três municípios, o livro também tem valor educativo e cultural, ajudando a sociedade a entender e valorizar o meio em que vive. Por meio dele, as pessoas que moram ou vão conhecer estes lugares podem entender a região, o aquífero, os riscos, os cuidados que devem ser tomados e o que pode e o que não pode ser feito em relação às ocupações na área”, explica Piekarz.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Richa lança 'Parque Escola' em Vila Velha
O governador Beto Richa - acompanhado do vice-governador e secretário da Educação, Flávio Arns, e do secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Iurk - lança nesta quarta-feira, dia 8 o Programa Estadual Parque Escola. O lançamento será às 10h30, no Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, e integra as atividades da Semana do Meio Ambiente no Paraná.
O objetivo é estimular nos estudantes atitudes de conservação da biodiversidade, criando nos parques estaduais um espaço de diálogo e ação conjunta em educação ambiental. “Queremos promover aproximação das crianças com estes locais. Desta maneira eles se tornarão disseminadores do turismo e da conservação dos Parques”, explicou Iurk.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Município deve instalar em breve nova sinalização turística
De acordo com o edital do pregão, a empresa terá quinze dias após o recebimento da ordem de serviço para a execução do serviço. O investimento da Prefeitura será de R$ 206.061,00. “O valor máximo da proposta era de R$ 215 mil”, aponta Elizabeth. A instalação das novas placas será realizada logo após a entrega pela Autarquia Municipal de Transito e Transportes (AMTT).
Conforme a diretora de Turismo do município, Larissa Mongruel, além da sinalização dos atrativos de Ponta Grossa, as placas irão indicar também os serviços e localidades além de equipamentos de outros municípios dos Campos Gerais. “Mas 80% será destinada a sinalização turística daqui”, destaca.
A IDS irá confeccionar as placas de sinalização de acordo com o Guia Brasileiro de Sinalização Turística e Código de Trânsito Brasileiro – CTB, seguindo ainda o projeto de sinalização de orientação turística de Ponta Grossa e Campos Gerais.
PG cria grupo gestor para projeto turístico
Para compor o Grupo Gestor foram escolhidas 12 entidades representantes. Estas apontaram um titular e um suplente para formatar todas as ações do projeto. A expectativa, conforme a consultora do Instituto Marca Brasil (IMB), Sabrina Dias, é que o projeto seja concluído até o final deste ano. “O projeto está sendo implementado em mais 50 cidades do Brasil que foram apontadas pelo Ministério do Turismo e Secretarias do Estado como prioritárias para a atividade turística”, explica, lembrando que hoje são 65 os destinos indutores do Brasil. Estes 50 novos destinos foram escolhidos entre as 3.635 localidades que formam as 276 regiões turísticas do Brasil.
No Paraná eram apenas três: Foz do Iguaçu, Curitiba e Paranaguá (Ilha do Mel). “A Secretaria de Estado escolheu Ponta Grossa para participar, pois os Campos Gerais já figurava entre as quatro regiões mais avançadas no Estado”, destacou a representante e coordenadora da Pasta na oficina, Caren Santos.
No prazo estabelecido pelo Ministério do Turismo e IMB, Ponta Grossa deve passar ainda por mais quatro módulos. Planejamento e Gestão, Empreendedorismo e Gestão de Projetos, Inteligência Competitiva e Formação de Indicadores e Liderança Articuladora no Planejamento Turístico. O Projeto contará, ainda, com um Sistema de Gestão voltado para a eficiência no controle e no monitoramento das ações. Este deve ser implantado entre o segundo e o terceiro módulo.
Todas as questões relativas ao projeto serão discutidas com base no Índice de Competitividade do Turismo Nacional. Em 2010, a Fundação Getúlio Vargas, em parceria com o Mtur e Sebrae, realizou pesquisaque avaliou 13 dimensões e 62 variáveis influenciadoras da qualidade turística nos 50 novos destinos indutores. “Ponta Grossa ficou com um índice bom diante do cenário brasileiro”, avalia Sabrina. O município teve um total geral de 60,1, enquanto a média do Brasil foi de 54,0. “O nível está bom, mas ainda não é o ideal”, complementa a coordenadora do Setu, explicando que este número significa que Ponta Grossa ainda está em um nível considerado regular (de 41 a 60 pontos). A média das capitais foi de 61,9, enquanto que das não capitais foi de 48,4.
O Projeto
Esta nova ação, inserida no Programa Nacional de Regionalização do Turismo, está sendoimplementada em 17 estados do Brasil, e vem ampliar a metodologia usada no projeto 65 Destinos Indutores, com o objetivo de continuar fortalecendo as governanças locais e fomentar o desenvolvimento das regiões turísticas brasileiras.
Conheça as entidades que fazem parte do Grupo Gestor:
- Secretaria Estadual de Turismo;
- Secretaria Municipal de Cultura e Turismo;
- Secretaria Municipal de Meio Ambiente;
- Universidade Estadual de Ponta Grossa;
- Sindicato de Hoteis, Bares, Restaurantes e Similares dos Campos Gerais;
- Convention&Visitors Bureau;
- Agência de Desenvolvimento da Rota dos Tropeiros e Associação dos Municípios dos Campos Gerais;
- Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa;
- Associação Brasileira de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Xetá Experiências ao ar livre);
- Sebrae;
- Empresas representantes do Turismo Rural (Adega Porto Brazos e KaffeLoch);
- Empresa representante das Agências de Turismo Receptivo (Rutas Turismo).
sábado, 21 de maio de 2011
Para secretário, Usina de Lixo não é melhor caminho
Em sua última visita ao município, dia 12 de maio, Iurk expressou sua opinião ‘inicial’ quanto ao assunto, que foi apresentado durante reunião na Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa (Acipg) por um engenheiro da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. “Na minha avaliação a incineração não é o melhor caminho”, disse o secretário de Estado. Para ele, esta maneira de a Prefeitura enfrentar o problema do lixo só traz conforto para a população. “O problema é de usos e costumes. Com uma Usina, os moradores não são incentivados ao processo da reciclagem”, avalia, lembrando que este seria o caminho correto de destinação do lixo.
O chefe da Pasta de Meio Ambiente não deixou de comentar que as Usinas funcionam em alguns países da Europa, como demonstrado pelo secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Fernando de Paula, que utilizou estes exemplos para implementar o projeto no município. “Na Europa a população tem outro nível de consciência. São realidades completamente diferentes”, destacou.
Iurk destacou ainda que a Usina iria incentivar a produção de petróleo e seus derivados, e, consequentemente, permanecendo a emissão de gás carbônico, o que seria o caminhocontrário de preservação.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Plano pretende incentivar turismo na região
Fazer com que os turistas prolonguem sua visita ao Parque Estadual de Vila Velha, e assim impulsionar a atividade sócio-econômica em Ponta Grossa e nos demais municípios dos Campos Gerais. É com este objetivo que a EcoParaná irá assumir nos próximos meses a gestão de Uso Público da Unidade de Conservação. O projeto, que o Governo do Estado do Paraná pretende implantar em vários atrativos nos próximos anos, tem como modelo o Parque Nacional do Iguaçu. Desta maneira, a conservação do Meio Ambiente continua sob a responsabilidade do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).
Para tornar o projeto realidade, os secretários do Estado do Meio Ambiente, JonelIurk*, e do Turismo, Faisal Saleh estão unindo forças. O primeiro foi um dos responsáveis pelo mesmo processo em Foz do Iguaçu. “Há dez anos, o município estava vivendo situação parecida. Foi quando apresentamos o Plano de Revitalização do Parque, mostrando os serviços passíveis de serem implantados no local pela iniciativa privada”, recorda Iurk, que na época era superintendente do Ibama. Conforme o secretário, antes do Plano, da mesma maneira que em Vila Velha, os turistas somente contemplavam as Cataratas e não aproveitavam da infra-estrutura de Foz. “Eles saíam de suas cidades pela manhã e retornavam no período da tarde”, destaca. Após a privatização do uso público, que foi assumido pela empresa Cataratas S/A, o fluxo de turistas aumentou consideravelmente, não somente no Parque, mas no município. “Em 2000 contabilizávamos 600 mil visitantes por ano. Hoje recebemos 1,3 milhão”, enumera.
De acordo com o secretário JonelIurk, com o processo pode-se elevar o número de visitas também em Vila Velha, que atualmente é de cerca de 70 mil ao ano, para pelo menos 200 mil. “O parque é uma Unidade de Conservação que oferece possibilidade de visitação, mas exige a manutenção da biodiversidade”, afirma Iurk. O secretário informou que um estudo para implantar novos equipamentos no local está sendo realizado e deve ficar pronto em até 90 dias
Na avaliação e Iurk, o que é preciso no Parque Estadual de Vila Velha é a criatividade dos empresários que irão assumir os serviços possíveis de serem implantados, de acordo com o Plano de Manejo, como algumas modalidades de Esportes de Aventura. As empresas interessadas irão passar por um processo licitatório.
Mas para que o Parque atraia interesse da iniciativa privada, o Governo pretende fazer alguns investimentos. “Iremos destinar parte da alíquota de compensação dos licenciamentos aos Parques Estaduais”, antecipa Iurk. Além disso, o Sebrae irá elaborar um estudo dos empreendedores do entorno dos Parques Estaduais. “Queremos promover a capacitação e novos negócios para o turismo”, destaca o secretário, Faisal Saleh.
Os secretários do Estado fizeram a explanação à sociedade através da iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa e do Conselho de Entidades. A reunião ocorreu na última quinta-feira, dia 12.
Escola Parque
Outra ação do Governo do Estado para incentivar a atividade turística e a conservação em ambientes naturais, é o Projeto Escola Parque. Conforme o secretário do Meio Ambiente, no próximo mês, os alunos das Escolas Municipais e Estaduais começam as visitar os Parques próximos de suas cidades. O projeto foi apresentado na última semana ao prefeito municipal, Pedro Wosgrau Filho. “Queremos promover aproximação das crianças com estes locais. Desta maneira eles se tornarão disseminadores do turismo e da conservação dos Parques”, explica.
*JonelIurk é autor do estudo “Oportunidade de Negócios em Parques Nacionais”. Ele pode ser encontrado no site do Ibama
Após inclusão de PG em lista oficial, Fifa inicia visitas
Nos próximos quinze dias o Comitê Organizador deverá realizar as próximas visitas aos demais Centros indicados pelo Governo do Paraná e Prefeitura de Curitiba. “Com a inclusão de mais dois equipamentos em Ponta Grossa, o Paraná ficou em segundo lugar na lista de CT’s avaliados pelo COL/FIFA, atrás de São Paulo e na frente das demais dez sedes. Isto demonstra que o trabalho que vem sendo realizado pela parceria entre Estado e Prefeitura vem apresentando bons resultados”, secretário de Estado para Assuntos da Copa 2014, Mario Celso Cunha.
Além do secretário Mario Celso, acompanharam o representante do COL as engenheiras do IPPUC Suzana Costa e Zelinda do Rosário, o secretário municipal de Esportes de São José dos Pinhais, Cláudio Padilha, e o diretor do Paraná Golf, Bruno Edgar Putz.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Ponta Grossa fica fora da pré-seleção da Fifa
O município de Ponta Grossa, que também foi analisado, ficou de fora. Entre as cidades paranaenses estão: Cascavel (Estádio Olímpico), Foz do Iguaçu (Estádio do ABC e Parque Tecnológico de Itaipu), Londrina (Estádio do Café, CT SMSports e CT PSTC), Maringá (Estádio Willie Davis), Paranavaí (Estádio Waldemiro Wagner), Paranaguá (Estádio Gigante do Itiberê), São José dos Pinhais (Paraná Golf e Estádio do Pinhão) e Curitiba(Clube Bosch).
Todas as cidades foram escolhidas em função da infraestrutura urbana, rede hoteleira e, principalmente, em virtude dos Centros de Treinamentos (CT) disponíveis. “Os CTs servirão de base para as seleções que forem classificadas para a Copa”, informa o secretário Mario Celso, lembrando que o objetivo da Fifa é indicar 90 Centros de Treinamentos de todo o Brasil para os países classificados para o mundial.
A lista divulgada pelo Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014, braço da FIFA no Brasil, inclui 145 locais. São Paulo tem o maior número de indicações, com 64 opções, seguido do Paraná e Rio Grande do Sul, com 12 indicações.
Na avaliação de Mario Celso, é importante a indicação dos municípios paranaenses no relatório oficial do Comitê Organizador da Copa.”A simples citação das cidades indicadas passa a dar visibilidade ao Estado, mostrando que estamos preparados para receber delegações internacionais com acomodações de qualidade”, avaliou.
Que tal um Cruzeiro de Expedição?

Os navios partem de Punta Arenas (4 noites) e de Ushuaia (3 noites) na Argentina e tem como meta mostrar aos visitantes “in loco” as maravilhas da Patagônia Argentina e Chilena, com destaque ao Parque Nacional Torres Del Paine, no Chile, e o Glaciar Perito Moreno, na cidade argentina de El Calafate. “E apesar de desembarcarmos em lugares remotos, a viagem é para todas as idades”, garante Mendes, lembrando que crianças até quatro anos não pagam e de quatro a 12 anos pagam 50% do valor integral.
Outro ponto esperado dos Cruzeiros de Expedição é a chegada à Ilha Horn. “Não garantimos que conseguimos chegar. Mas temos sucesso em 70% dos passeios”, confessa o diretor de vendas. Para todas estas paradas, os navios utilizam até seis barcos infláveis.
Apesar do foco dos Cruzeiros estar na natureza, os navios não deixam a desejar. “Todas as nossas cabines são externas. E como o número de passageiros é mínimo – para não agredir o meio ambiente – nosso serviço é bem mais personalizado”, adianta Mendes.
A temporada da Cruceros Australis vai de dezembro a abril. São quatro saídas semanais. Todas One Way. O maior barco da frota da Cruceros Australis ‘Stella Autralis’ foi lançado em dezembro de 2010. Ele tem capacidade para 200 passageiros.
Para mais informações sobre os destinos e pacotes mande um email para atendimento@rutasturismo.com.br.
sábado, 23 de abril de 2011
O País dos quatro Mundos



Para se visitar e conhecer um pouco da teoria que Charles Darwin constatou em Galápagos (Teoria da Evolução das Espécies), os turistas podem se deslocar através de terra (desde os dois aeroportos da Ilha) ou optar pela realização dos cruzeiros de expedição. São mais de 80 opções que dão a oportunidade dos turistas conhecerem as mais variadas espécies de animais, entre elas as famosas tartarugas gigantes, os tubarões e os lobos marinhos. “Pela área ser protegida e considerada Patrimônio Natural da Humanidade não é permitido aos visitantes tocar os animais”, conta o operador equatoriano, Marcus Fonseca. Além disso, a exemplo de Fernando de Noronha, em Galápagos há uma taxa diária de visitação, U$ 100,00 para estrangeiros, sendo U$ 50,00 para visitantes da América do Sul. 95% de Galápagos encontram-se em área preservada. Os cruzeiros na Ilha podem durar de cinco a quinze dias. Os barcos acomodam de 16 até 100 pessoas.
Caso os visitantes não optem pela realização dos Cruzeiros, podem conhecer a Ilha de San Cristovan, que é a capital da província, a Ilha Santa Cruz – onde se encontra a maior infra-estrutura turística, além de ser ponto de partida de cruzeiros – e a Ilha Isabela, a maior de todas, com cinco vulcões.
Para quem ficou interessado nesta maravilha natural, a melhor época para se visitar Galápagos é nos meses de novembro e dezembro. “Esta é a época de transição”, conta Fonseca, citando que nestes meses é possível avistar tanto as espécies terrestres como as marinhas. Entre os meses de janeiro a maio a época está mais propícia para as espécies terrestres (período quente e chuvoso) e entre junho e outubro avistam-se mais as espécies marinhas (época fria e seca).
Equador
Apesar da exclusividade de Galápagos, o Equador não se limita a este exuberante e único Conjunto de Ilhas. A capital Quito é famosa pelo seu Centro Histórico, o primeiro tombado pela Unesco. É lá que se encontra o Monumento da Metade do Mundo, procurado por milhares de turistas que tiram suas fotos com um pé no hemisfério Sul e o outro no hemisfério Norte. No Museu, de mesmo nome, é possível realizar diversos testes de gravidade.
Já a cidade de Gauyaquil, a mais populosa do país e economicamente a mais importante por ser portuária tem diversas opções para os visitantes. Museus e Parques são atrações, além do famoso Mercado Indígena. Outra cidade famosa no Equador é Cuenca. “É lá que é fabricado o ‘Chapéu do Panamá’”, conta o operador equatoriano, ‘desmentindo’ a origem panamenha do objeto. Para os amantes dos Esportes de Aventura, a cidade de Mindo é a opção mais adequada.
Do Equador, não dá para sair sem dar ‘uma passada’ pela Avenida dos Vulcões. “São mais de 40, e o mais alto tem 5.800 metros”, destaca Marcus Fonseca.
Mais sobre o destino em:
http://www.quito.com.ec/
http://www.quito.convention.com/
quinta-feira, 14 de abril de 2011
O Brasil nas telas do mundo
A Embratur vai pegar carona na superprodução Rio, longa-metragem de animação da 20th Century Fox, para reforçar a divulgação do Brasil no exterior nos próximos meses. Em 12 países, a exibição do filme será precedida de imagens da campanha publicitária ‘O Brasil te chama, celebre a vida aqui’. A expectativa é de que 1,25 milhão de pessoas assistam campanha da Embratur, lançada na África do Sul, durante a Copa de 2010. A película a ser veiculada, intitulada Sons do Brasil, foi produzida pelo cineasta Fernando Meirelles. O lançamento oficial da produção ocorreu durante a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, quando o vídeo foi divulgado em canais internacionais de televisão e na primeira página do YouTube. Foram cerca de dez semanas de veiculação, com cobertura em mais de 100 países e alcance de 400 milhões de pessoas. A divulgação abrangeu as Américas, a Europa e países do Oriente Médio, da África e Ásia. Para o ministro do Turismo, Pedro Novais, o apelo do filme é fortíssimo: “ele consegue transmitir a energia do povo brasileiro, e ela é apontada nas pesquisas junto aos turistas estrangeiros país como um dos nossos maiores atrativos”, avalia. O presidente da Embratur, Mário Moysés, afirma que a veiculação do vídeo publicitário antes da animação Rio é estratégica. “É muito importante aproveitar essa visibilidade para divulgar nossa diversidade. Além da cidade maravilhosa, que todos devem visitar, temos belezas naturais, praia e sol, e destinos para quem busca cultura, esporte, ecoturismo, turismo de aventura e de negócios.” Ele ressalta ainda que ampliar as opções turísticas pode influenciar no aumento da estadia do visitante, fator que tem impacto direto nos gastos e na geração de renda. A Campanha “O Brasil te Chama” – O vídeo Sons do Brasil faz parte da nova campanha publicitária de promoção turística internacional, intitulada “O Brasil te chama. Celebre a vida aqui”. Composta por filmes, peças gráficas e ações em mídias sociais que convidam o mundo a visitar o país, a campanha aproveita a exposição do Brasil como sede de grandes eventos esportivos mundiais. O trabalho também envolve publicidade em TVs, jornais, revistas e catálogos de operadores turísticos de todo o mundo. Além disso, inclui inúmeras outras iniciativas, tais como ações de relações públicas com a imprensa internacional, internet e mídias sociais, painéis em aeroportos e outdoors, publicações e material promocional sobre as 12 cidades-sede da Copa do Mundo.
Para assistir ao vídeo, acesse: www.youtube.com/watch?v=clrAjKOjmaE
Fonte: Ministério do Turismo
quarta-feira, 13 de abril de 2011
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terça-feira, 12 de abril de 2011
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
Copa deve trazer 150 milhões de turistas ao PR
Oportunidades para Micro e Pequenos Empresários
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
Para o turismo, só “verba podre”
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Mosteiro da Ressureição em Ponta Grossa



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