Rutas Turismo Ponta Grossa/PR
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
ICMBio terá representante no Grupo Gestor
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) terá representante no Grupo Gestor do Projeto 'Gestão & Planejamento de Destinos Turísticos' em Ponta Grossa. O convite foi feito à analista ambiental do órgão, Lilian Miranda, que participou da reunião realizada nesta tarde para explanar sobre a situação do Parque Nacional dos Campos Gerais.
Ainda durante o encontro, o Grupo discutiu as ações propostas no segundo móduto do projeto do Instituto Marca Brasil e do Ministério do Turismo e que devem estar prontas para o terceiro módulo do projeto, marcado para o dia 24 de outubro.
Através do Índice de Competitividade do município, feito pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com o Ministério do Turismo (Mtur) e pelo Sebrae, foram elencadas as prioridades para que Ponta Grossa receba o título de Destino Indutor do Turismo. Agora serão levantados projetos já existentes em diversas áreas que envolvem a atividade turística, e propostas ações para alavancar os índices apontados com notas deficientes.
Parque Nacional dos Campos Gerais: ICMBio quer parceria para implementação
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) pretende realizar parcerias com os proprietários rurais durante o processo de implantação do Parque Nacional dos Campos Gerais. O Parque, criado através de decreto presidencial em 2006, hoje conta com uma equipe de trabalho e escritório em Ponta Grossa. "O processo normal para a efetivação de um Parque Nacional seria com as desapropriações", explanou a analista ambiental do ICMBio, Lilian Miranda. Mas como este é um processo demorado e depende de recursos do Governo Federal (hoje inexistente), o Instituto pretende, por enquanto, viabilizar a implementação "conversando" com os proprietários.
A idéia, segundo Lilian, nas áreas do Parque com interesse turístico (Buraco do Padre, Cachoeira do Rio São Jorge, Cachoeira da Mariquinha, Furnas Gêmeas, Furna Grande, além de parte do Capão da Onça) é propor aos proprietários adequação de suas áreas conforme a legislação ambiental e de acordo com o Manual de Visitação do ICMBio. Para isso, o Instituto faria um projeto, e os proprietários utilizariam recursos próprios para as adequações necessárias. "Com isto, eles poderiam contar com retorno econômico utilizando de maneira sustentável sua área para o turismo", explica.
Mas este investimento não significa que futuramente o Governo Federal não vá desapropriar as áreas do Parque Nacional dos Campos Gerais. "Este retorno financeiro e o tempo necessário para isso já estaria dentro do projeto apresentado. É muito mais interessante para o ICMBio desapropriar primeiro àquelas áreas que estão sendo degradados do que as que estão sendo cuidadas por seus proprietários", analisa, destacando que os parceiros do Instituto seriam os últimos a serem desapropriados.
Hoje, o processo de implantação do Parque Nacional dos Campos Gerais está na fase do georreferenciamento do memorial descritivo das propriedades. "Até agora fizemos o levantamento das matrículas nos cartórios", aponta Lilian, lembrando que o próximo passo é realizar o mapeamento para ver quais propriedades, e o quanto delas que está efetivamente dentro do Parque Nacional dos Campos Gerais. Após todo este processo é que vem a chamada desapropriação administrativa, que seria o contato com os proprietários para ver quais deles estão dispostos a realizar o processo de forma amigável, sem ter que ser levado à Justiça.
Conforme a analista ambiental, uma alternativa que vem sendo estudada para contornar o problema das desapropriações é a compensação de reserva legal. " Neste caso, os proprietários com áreas dentro do parque e que não contam com vegetação nativa em seu imóvel podem compensar com outro imóvel, este com vegetação nativa ", esclarece.
Situação
Hoje, os proprietários de áreas que estão dentro do Parque Nacional dos Campos Gerais podem continuar com as mesmas atividades realizadas anteriormente ao decreto, desde que não prejudiquem o meio ambiente. Os agricultores, por exemplo, podem permanecer suas atividades, mas não realizar novas culturas ou abrir novas áreas.
Esta seria a 'condição' do ICMBio até que ocorram as desapropriações ou as compensações. Mas, na realidade não é isto que se vê. Mesmo com a criação do Parque, há algumas áreas - dos 21 mil hectares - que estão sendo degradadas. "Estamos realizando o monitoramento, tanto através de satélites como com visitas in loco, e já fizemos várias autuações, devido a corte ilegal, por exemplo", citou a analista ambiental.
Já nas propriedades com interesse turístico, o problema é outro. "Há locais onde os dejetos são jogados diretamente nos rios", destaca, lembrando que esta é uma das questões que precisa ser sanada. Nestes casos, os proprietários já estão sendo notificados para que haja a recuperação da área.
A idéia, segundo Lilian, nas áreas do Parque com interesse turístico (Buraco do Padre, Cachoeira do Rio São Jorge, Cachoeira da Mariquinha, Furnas Gêmeas, Furna Grande, além de parte do Capão da Onça) é propor aos proprietários adequação de suas áreas conforme a legislação ambiental e de acordo com o Manual de Visitação do ICMBio. Para isso, o Instituto faria um projeto, e os proprietários utilizariam recursos próprios para as adequações necessárias. "Com isto, eles poderiam contar com retorno econômico utilizando de maneira sustentável sua área para o turismo", explica.
Mas este investimento não significa que futuramente o Governo Federal não vá desapropriar as áreas do Parque Nacional dos Campos Gerais. "Este retorno financeiro e o tempo necessário para isso já estaria dentro do projeto apresentado. É muito mais interessante para o ICMBio desapropriar primeiro àquelas áreas que estão sendo degradados do que as que estão sendo cuidadas por seus proprietários", analisa, destacando que os parceiros do Instituto seriam os últimos a serem desapropriados.
Hoje, o processo de implantação do Parque Nacional dos Campos Gerais está na fase do georreferenciamento do memorial descritivo das propriedades. "Até agora fizemos o levantamento das matrículas nos cartórios", aponta Lilian, lembrando que o próximo passo é realizar o mapeamento para ver quais propriedades, e o quanto delas que está efetivamente dentro do Parque Nacional dos Campos Gerais. Após todo este processo é que vem a chamada desapropriação administrativa, que seria o contato com os proprietários para ver quais deles estão dispostos a realizar o processo de forma amigável, sem ter que ser levado à Justiça.
Conforme a analista ambiental, uma alternativa que vem sendo estudada para contornar o problema das desapropriações é a compensação de reserva legal. " Neste caso, os proprietários com áreas dentro do parque e que não contam com vegetação nativa em seu imóvel podem compensar com outro imóvel, este com vegetação nativa ", esclarece.
Situação
Hoje, os proprietários de áreas que estão dentro do Parque Nacional dos Campos Gerais podem continuar com as mesmas atividades realizadas anteriormente ao decreto, desde que não prejudiquem o meio ambiente. Os agricultores, por exemplo, podem permanecer suas atividades, mas não realizar novas culturas ou abrir novas áreas.
Esta seria a 'condição' do ICMBio até que ocorram as desapropriações ou as compensações. Mas, na realidade não é isto que se vê. Mesmo com a criação do Parque, há algumas áreas - dos 21 mil hectares - que estão sendo degradadas. "Estamos realizando o monitoramento, tanto através de satélites como com visitas in loco, e já fizemos várias autuações, devido a corte ilegal, por exemplo", citou a analista ambiental.
Já nas propriedades com interesse turístico, o problema é outro. "Há locais onde os dejetos são jogados diretamente nos rios", destaca, lembrando que esta é uma das questões que precisa ser sanada. Nestes casos, os proprietários já estão sendo notificados para que haja a recuperação da área.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Instituto Marca Brasil realiza em PG mais uma etapa de projeto
O projeto "Gestão e Planejamento de Destinos Turísticos" é quesito para que os municípios de interesse turistico recebam o título "Destino Indutor do Turismo"
Ponta Grossa recebe novamente nesta segunda e terça-feira, dias 1º e 2 de agosto, representante do Instituto Marca Brasil (IMB). Desta vez será realizado o segundo módulo do projeto "Planejamento e Gestão de Destinos Turísticos realizado em parceria com o Ministerio do Turismo (Mtur). Este encontro irá tratar a 'Competitividade do destino: Planejamento e Gestão'. Neste módulo, o Grupo Gestor, formado no mês de maio durante a primeira reunião do projeto no município, irá realizar a análise da situação atual do destino, para posterior aplicação de ferramentas gerenciais.
Para se preparar para esta segunda etapa, o Grupo Gestor realizou reuniões nas quais foram analisadas todas as dimensões do Índice de Competitividade de Ponta Grossa realizado pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com o Sebrae e o Mtur em 2010.
Para que Ponta Grossa receba formalmente o título de "Destino Indutor do Turismo", o Grupo Gestor deve passar por mais três módulos. Este trabalho do IMB, que tem como exemplo os 65 Destinos Indutores do Brasil, está sendo realizado em 50 municípios do Brasil.
Ponta Grossa recebe novamente nesta segunda e terça-feira, dias 1º e 2 de agosto, representante do Instituto Marca Brasil (IMB). Desta vez será realizado o segundo módulo do projeto "Planejamento e Gestão de Destinos Turísticos realizado em parceria com o Ministerio do Turismo (Mtur). Este encontro irá tratar a 'Competitividade do destino: Planejamento e Gestão'. Neste módulo, o Grupo Gestor, formado no mês de maio durante a primeira reunião do projeto no município, irá realizar a análise da situação atual do destino, para posterior aplicação de ferramentas gerenciais.
Para se preparar para esta segunda etapa, o Grupo Gestor realizou reuniões nas quais foram analisadas todas as dimensões do Índice de Competitividade de Ponta Grossa realizado pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com o Sebrae e o Mtur em 2010.
Para que Ponta Grossa receba formalmente o título de "Destino Indutor do Turismo", o Grupo Gestor deve passar por mais três módulos. Este trabalho do IMB, que tem como exemplo os 65 Destinos Indutores do Brasil, está sendo realizado em 50 municípios do Brasil.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
'Geoparque dos Campos Gerais' é apresentado ao GG
Geoparques no MundoO projeto 'Geoparque dos Campos Gerais' foi um dos temas tratados durante a reunião do Grupo Gestor do projeto 'Gestão & Planejamento de Destinos Turísticos' do Ministério do Turismo e do Instituto Marca Brasil nesta segunda-feira, dia 11. Para apresentar o assunto aos integrantes, o professor do Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Gilson Burigo Guimarães foi convidado. A intenção do Grupo ao ouvir projetos em adamento é somar força aqueles de interesse turístico que envolvem a região.
O professor deu início à apresentação esclarecendo o conceito de Geoparque, já que em Ponta Grossa o assunto já foi mal interpretado por alguns atores locais. "Os Geoparques são desvinculados ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação", explica Burigo, destacando que a criação destas áreas não envolve a desapropriação. "Não tem artifícios legais para isso", completa.
Hoje a Rede Global de Geoparques conta com mais de 60 áreas detentoras do título no mundo. "Estas áreas se concentram principalmente na Europa e no leste da Ásia. No Brasil há somente uma: o Geopark Araripe, localizado ao sul do estado do Ceará", enumera o professor. Além deste, há mais duas áreas no país que submeteram candidatura à Unesco, uma é do Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais e outro é o Geoparque Bodoquema-Pantanal, que aguardo o título para o mês de junho de 2012, durante o encontro da Rede Global de Geoparques no Japão. Esta região recebeu a visita das pesquisadoras, Sylvie Giraud, da Alemanha, e Luise Frey, da França nos dias 19 e 20 de junho após encaminhar o dossiê da região.
Na definição da Unesco, Geoparque é um território com limites definidos e que possui sítios de grande valor científico. "Os geoparques ajudam no desenvolvimento local, mas sem restrições aó público ou à agricultura e a pecuária", simplifica Burigo. "Além disso, estas áreas se tornam visíveis para o mundo após o título", acrescenta a chefe do Departamento de Turismo da UEPG, Jasmine Moreira.
O professor do Departamento de Geociências lembrou ainda que dentro dos Geoparques ficam localizados os geossítios, que são locais que apresentam patrimônio geológico ou palenteológico. A região dos Campos Gerais, apesar de não ser um Geoparque, já conta com alguns geossítios catalogados pela Comissão Brasileira de sítios Geológicos e Paleobiológicos. Entre eles, a Cachoeira da Santa Bárbara no Rio São Jorge, a furna do Buraco do Padre, o Canyon Guartelá, a Lagoa Dourada, Vila Velha além das Estrias Glaciais de Witmarsun. "Além dos vários geossítios, nós somos há anos referência nacional para estudos", destaca. Na próxima semana, Ponta Grosssa irá receber mais uma vez um grupo de alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, interessados nos geossítios da região.
Este, conforme o professor, é mais um ponto positivo para a implantação do Geoparque dos Campos Gerais, já que o título da Unesco tem base na Conservação, na Educação e no Geoturismo. Estes três pontos já são realidade nos Campos Gerais. Com o Geoparque formalizado, a comunidade da região contemplada pode se beneficiar com a atividade turística. "Podemos pensar no desenvolvimento de geoprodutos, a exemplo do que outros Geoparques já fazem", avalia.
Para que o Geoparque dos Campos Gerais se torne realidade, os idealizadores buscam o apoio dos atores locais. "´Hoje, os municípios mais receptivos à idéia são Tibagi, Castro e Piraí do Sul", elenca Burigo.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Projetos de turismo serão apresentados ao GG
Conhecer e enriquecer os projetos das entidades participantes do Grupo Gestor do Projeto Gestão & Planejamento de Destinos Turísticos do Instituto Marca Brasil (IMB) em parceria com o Ministério do Turismo (Mtur). Com este intuito será realizada a próxima reunião que acontece no dia 11 de julho na Lugano Eventos a partir das 14 horas.
No último encontro, o Grupo discutiu e avaliou todos os quesitos do Estudo de Competitividade dos Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional elaborado pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com o Mtur e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). E para melhorar os índices do Estudo novas propostas já foram pensadas. Além das novidades que estão sendo avaliadas pelos integrantes do Grupo Gestor, os projetos já em funcionamento, mas que estão sendo realizados unicamente por uma entidade irão ganhar força com a ajuda do Grupo. Por isso entidades, como a Universidade Estadual de Ponta Grossa, o Convention & Visitors Bureau, a Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa, a Associação dos Municípios dos Campos Gerais, a Agência de Fomento da Rota dos Tropeiros, além das secretariais estadual e municipal, devem mostrar o que já vem sendo feito para alavancar o turismo no município.
Entre os projetos que serão apresentados está o de Acessibilidade, da ACIPG realizado em parceria com a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Ponta Grossa. As duas entidades estão indo em busca dos empresários interessados em adequar seus estabelecimentos e apresentando a linha de crédito que o BRDE abriu para isto.
Outro destaque será o projeto contra o turismo sexual, que deve ser abordado pela AMCG.
No último encontro, o Grupo discutiu e avaliou todos os quesitos do Estudo de Competitividade dos Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional elaborado pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com o Mtur e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). E para melhorar os índices do Estudo novas propostas já foram pensadas. Além das novidades que estão sendo avaliadas pelos integrantes do Grupo Gestor, os projetos já em funcionamento, mas que estão sendo realizados unicamente por uma entidade irão ganhar força com a ajuda do Grupo. Por isso entidades, como a Universidade Estadual de Ponta Grossa, o Convention & Visitors Bureau, a Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa, a Associação dos Municípios dos Campos Gerais, a Agência de Fomento da Rota dos Tropeiros, além das secretariais estadual e municipal, devem mostrar o que já vem sendo feito para alavancar o turismo no município.
Entre os projetos que serão apresentados está o de Acessibilidade, da ACIPG realizado em parceria com a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Ponta Grossa. As duas entidades estão indo em busca dos empresários interessados em adequar seus estabelecimentos e apresentando a linha de crédito que o BRDE abriu para isto.
Outro destaque será o projeto contra o turismo sexual, que deve ser abordado pela AMCG.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Richa anuncia benefícios para PG
O governador Beto Richa anuncia uma série de benefícios para Ponta Grossa nesta quarta-feira (29), quando visita o município. São medidas na área de meio ambiente e educação, infraestrutura e segurança pública. Entre as medidas do governo estão a liberação de R$ 3,4 milhões para a conclusão das obras do Centro Esportivo da Avenida dos Vereadores, a assinatura do ato de criação da oitava delegacia regional da Divisão de Narcóticos (Denarc) e o lançamento do Programa Estadual Parque Escola, que vai ser implantado no Parque de Vila Velha. Richa também entrega duas viaturas para o Instituto Médico Legal (IML) do município e cinco viaturas para a Polícia Militar. Segundo o governador, o anúncio das medidas está sendo possível graças ao apoio dos deputados estaduais Plauto Miró Guimarães e Marcelo Rangel. “Estamos trabalhando em conjunto para levar benefícios para a região dos Campos Gerais”, disse Richa. “Tenho certeza que vamos anunciar muitas coisas juntos”.
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